Envio em lote: agilidade no envio de documentos para vários signatários
Ingrid Menezes
outubro 2, 2024
A paz no caos operacional de documentos.
RESUMO DO ARTIGO
Veja o que são, como aplicar as metodologias ágeis em diferentes setores e como a assinatura eletrônica pode torná-las ainda mais eficazes.
No mundo corporativo e no desenvolvimento de projetos, a busca por eficiência e adaptação constante levou à popularização das metodologias ágeis.
Diferente dos modelos tradicionais, que seguem um planejamento rígido e linear, as abordagens ágeis permitem ajustes contínuos, entregas mais rápidas e maior colaboração entre as equipes.
Mas como isso funciona na prática? Criamos esse post para te ajudar a entender melhor esse conceito e conferir exemplos que mostram sua aplicação no dia a dia. Boa leitura.
As metodologias ágeis são um conjunto de práticas e frameworks que priorizam a flexibilidade, a interação entre equipes e a entrega incremental de valor.
Criadas inicialmente para o desenvolvimento de softwares, essas metodologias se expandiram para diversas áreas, ajudando empresas a se adaptarem rapidamente às mudanças e a melhorarem a sua eficiência ao mapear processos.
Auxiliando desde startups até grandes multinacionais, as metodologias ágeis conseguiram otimizar processos, trazer transparência para a rotina de trabalho, além de diminuir gargalos nos processos e erros operacionais atrelados à burocracia.
As metodologias ágeis são amplamente utilizadas para o gerenciamento de projetos, trazendo mais flexibilidade e eficiência para as equipes.
Ao longo do desenvolvimento de um projeto, elas cumprem funções essenciais que ajudam a validar e aprimorar a estratégia adotada.
Essas funções garantem que o projeto se mantenha alinhado com as expectativas dos stakeholders e possa se adaptar rapidamente a mudanças.
Confira as seis principais funções da metodologia ágil:
Agora que você já sabe as principais funções das metodologias ágeis, é hora de conhecer algumas das mais utilizadas no mercado.
Cada uma delas possui características específicas e pode se adaptar melhor a diferentes tipos de projetos, times e necessidades empresariais.
A seguir, exploramos 8 metodologias ágeis essenciais, trazendo um panorama de como funcionam e exemplos práticos de aplicação.
Inspirada no modelo de produção enxuta da Toyota, a metodologia Lean busca maximizar o valor entregue ao cliente eliminando desperdícios, reduzindo custos e otimizando processos.
Ela se baseia em ciclos curtos de melhoria contínua e incentiva a tomada de decisões baseada em dados.
Exemplo: startups costumam adotar o Lean Startup, que combina a abordagem Lean com desenvolvimento ágil, validando hipóteses rapidamente por meio de MVPs (produtos mínimos viáveis).
O Scrum é um dos frameworks ágeis mais conhecidos e usados. Ele organiza o trabalho em ciclos chamados sprints, que geralmente duram de 1 a 4 semanas.
O time revisa continuamente os progressos e ajusta o planejamento para manter a eficiência.
Exemplo: equipes de desenvolvimento de software utilizam o Scrum para dividir um grande projeto em entregas menores e iterativas, garantindo que funcionalidades essenciais sejam entregues e testadas rapidamente.
O Kanban é uma abordagem visual para a gestão de projetos. Ele utiliza quadros divididos em colunas (como “a fazer”, “em andamento” e “concluído”) para facilitar o acompanhamento das tarefas em tempo real e evitar gargalos no fluxo de trabalho.
Exemplo: empresas de atendimento ao cliente utilizam Kanban para organizar e priorizar solicitações, garantindo que os atendimentos sejam resolvidos de forma eficiente e sem sobrecarga de tarefas.
O Design Sprint é um processo ágil desenvolvido pelo Google para validar ideias e resolver problemas em apenas 5 dias.
Ele combina princípios do design thinking e da metodologia ágil para testar rapidamente soluções e evitar desperdícios com desenvolvimentos desnecessários.
Exemplo: equipes de produto usam o Design Sprint para prototipar novas funcionalidades de um aplicativo e obter feedback real dos usuários antes de investir no desenvolvimento completo.
O DSDM é um framework ágil focado em projetos de grande porte que exigem planejamento e governança. Ele prioriza a entrega rápida, mas com critérios bem definidos para garantir que o produto final atenda às necessidades do negócio.
Exemplo: principalmente as organizações do setor financeiro adotam o DSDM para desenvolver sistemas bancários, pois a metodologia equilibra agilidade com alta confiabilidade e conformidade regulatória.
O FDD é um método ágil que organiza o desenvolvimento em pequenas funcionalidades (features), que são entregues em ciclos curtos. Ele é ideal para projetos de software com requisitos bem definidos.
Exemplo: equipes de TI que trabalham com software modular utilizam o FDD para desenvolver e testar cada funcionalidade separadamente, garantindo que todas sejam entregues e validadas antes da implementação final.
O XP é uma das metodologias ágeis voltada para equipes de desenvolvimento de software, enfatizando boas práticas como testes automatizados, revisão contínua do código (pair programming) e feedback frequente dos clientes.
Exemplo: empresas de tecnologia adotam XP para acelerar o desenvolvimento sem comprometer a qualidade, reduzindo bugs e tornando a manutenção do software mais eficiente.
A metodologia Crystal não segue um conjunto rígido de regras, mas adapta os princípios ágeis às necessidades de cada equipe. Ela valoriza a comunicação direta, a flexibilidade e o foco na entrega de valor.
Exemplo: geralmente essa metodologia é adotada por startups e pequenas empresas para adaptar os métodos ágeis ao tamanho e à dinâmica do time, garantindo eficiência sem burocracia excessiva.
Perceba que as metodologias ágeis não se limitam apenas ao desenvolvimento de software.
Elas são aplicáveis a diversas áreas de um negócio, desde a gestão de projetos até a administração e o setor jurídico de empresas. O que por sua vez traz benefícios que vão desde a agilização de processos, até o aumento da transparência nas relações de trabalho.
E para potencializar esses benefícios, a adoção de ferramentas complementares, como a assinatura eletrônica, permite otimizar fluxos de trabalho, ganhar produtividade, reduzir burocracias e acelerar a tomada de decisões.
A assinatura eletrônica é uma grande parceria de qualquer tipo de organização, já que permite assinar documentos de forma digital, sem papelada e deslocamentos.
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Produtora de conteúdo e especialista em SEO com quatro anos de experiência em marketing digital. Hoje, aplica essa bagagem no setor de tecnologia, com foco em assinaturas eletrônicas e digitais. Acredita que a inovação só faz sentido quando é acessível. Por isso, utiliza uma escrita clara e humanizada para transformar temas complexos em soluções práticas, ajudando você a resolver dúvidas e otimizar sua rotina.
Muito mais que assinatura eletrônica.
A paz em meio ao caos operacional de documentos.