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O que é API? 

RESUMO DO ARTIGO

Se você tem costume de acessar a internet, provavelmente já deve ter visto algum conteúdo que abordava sobre o que é API. Mas será que realmente sabe a importância dela? Essa sigla está presente na vida de milhões de pessoas e muitas delas nem sabem o quanto esse tipo de software pode facilitar uma série […]

Se você tem costume de acessar a internet, provavelmente já deve ter visto algum conteúdo que abordava sobre o que é API. Mas será que realmente sabe a importância dela?

Essa sigla está presente na vida de milhões de pessoas e muitas delas nem sabem o quanto esse tipo de software pode facilitar uma série de atividades online.

Pronto para entender de uma vez por todas o que é API, para que serve e muito mais? Continue por aqui!

O que é API e para que serve?

API nada mais é que uma interface de programação de aplicativos, ou Application Programming Interface, em inglês.

Essa interface, muito presente na programação dos mais variados softwares, atua como uma ponte entre diferentes softwares, permitindo que eles se comuniquem de maneira eficiente e segura. 

Ela funciona como um intermediário que controla o acesso às informações, permitindo que aplicativos façam solicitações específicas e recebam os dados necessários sem precisar entender todos os detalhes internos uns dos outros

Na prática, ela parece mais simples: você consegue adicionar contatos no WhatsApp a partir da sua lista de contatos, fazer uma compra online com seu cartão de crédito, solicitar uma rota ao aplicativo de GPS a partir dos seus dados de localização e assim sucessivamente.

Provavelmente você já deve ter recebido alguma solicitação ao baixar aplicativos no celular para conceder acesso a outras informações, permitindo que eles capturem os dados necessários para serem ainda mais úteis para você.

Como funciona a API?

O que pode até parecer coisa de outro mundo é, majoritariamente, códigos de programação que permitem que aplicações comuniquem-se a partir de solicitações e obtenham uma informação e a partir do nível de permissão, possam enviá-la, alterá-la e excluí-la em seus bancos de dados.

Pense no seguinte exemplo: você quer comprar um ingresso para um show no site do evento e, para isso, precisa colocar os dados do seu cartão de crédito para que a transação seja concluída. Para isso, o sistema de pagamento da organizadora irá solicitar ao seu banco que a compra seja aprovada.

A partir dessa comunicação que ocorre em segundos, seu pagamento será ou não aprovado e automaticamente você receberá a resposta.

Esse tipo de transação entre sistemas ocorre de forma imperceptível nos mais variados serviços, e sem uma API não seria possível fazê-lo de forma rápida e segura.

Tipos de API

Além de entender o que é API, é preciso compreender um pouco mais sobre os seus setores de atuação e, consequentemente, seus tipos.

Por ser um universo vasto, é necessário que existam diferentes modelos de API para atender operações de diferentes níveis de complexidade e em diferentes ambientes digitais. 

As APIs são separadas de acordo com a sua arquitetura, ou seja, onde serão aplicadas, como sites, aplicativos e sistemas operacionais. Conheça-as:

  • SOAP (Simple Object Access Protocol): significa Protocolo Simples de Acesso a Objetos e utiliza XML (linguagem de marcação) para transferir dados entre sistemas e é comumente usado em aplicativos empresariais.
  • RPC (Remote Procedure Call): traduzida para Chamada de Procedimento Remoto, é ativada quando o cliente solicita uma ação necessária ao servidor e, como resposta, uma função é executada no aplicativo.
  • REST (Representational State Transfer): Transferência de Estado Representacional, em português, é o tipo de API mais usado ao redor do mundo, isso porque ela opera o protocolo HTTP para troca de dados e é frequentemente usada em aplicações web. Inclusive, é o tipo usado pela D4Sign.
  • WebSocket: torna a comunicação e a troca de informações entre servidor e cliente mais simples a partir de informações enviadas no modelo JSON (dados estruturados em forma de texto).

Tipos de acesso à API

Outro ponto importante é que dentro de todos os tipos, existem níveis de acesso, como os seguintes.

  • Internas: usadas dentro das empresas para otimizar fluxos de trabalho e reduzir custos de operação.
  • Públicas: possuem acesso aberto, justamente para que novos serviços sejam criados.
  • De sócios: permite que sócios e desenvolvedores de uma mesma empresa possam otimizar seus trabalhos.
  • Compostas: combinam duas ou mais APIs já existentes para trazer um novo sistema mais robusto e completo.

3 exemplos de APIs

Agora que você já sabe mais sobre o que é API e porque essas interfaces são fundamentais para as mais variadas práticas, nada melhor do que conhecer exemplos práticos de APIs de sucesso.

Redes sociais

Existem diversas APIs para as redes sociais, que permitem que esses canais possam compartilhar conteúdos ou até mesmo usar determinados dados de contato para fazer login em sites variados.

As redes sociais costumam se integrar a diferentes aplicativos dos dispositivos, como o GPS, câmera, contatos e até mesmo outras redes sociais, como no caso de Instagram e Facebook.

D4Sign

A D4Sign é uma plataforma de assinatura eletrônica e digital que permite que diversos sistemas sejam integrados a ela, facilitando a navegação em sites variados e a assinatura eletrônica e digital.

Com essa facilidade, você poderá utilizar todos os recursos da plataforma através desta API, como, por exemplo, enviar documentos para assinatura e exibi-los em seu website, mantendo o usuário em seu ambiente.

Pagamentos online

Um dos maiores exemplos de uso de APIs estão nas transações online, principalmente em compras feitas na internet. 

Sites integrados a sistemas de pagamento, como o PayPal, por exemplo, permitem compras sem ter acesso aos dados confidenciais dos clientes, tornando a operação segura.

Por que usar API?

Sabia que as APIs trazem benefícios para ambos os lados, ou seja, tanto para quem solicita as informações, quanto para quem libera? Dentre suas principais vantagens, pode-se citar:

Segurança: APIs são seguras, pois criam um tipo de barreira para que apenas os dados permitidos sejam disponibilizados;

Use apenas os dados necessários: a API libera apenas o que foi solicitado, tornando o tratamento e armazenamento desses dados mais fácil.

Mais rapidez em sistemas: as APIs trazem uma série de facilidades para os aplicativos que integram, agilizando processos e evitando novas programações do zero.

E aí, pronto para usar as APIs ao seu favor? Aproveite para saber mais sobre as APIs para assinatura eletrônica.

Escrito por:

Ingrid Menezes

Analista de Conteúdo

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Produtora de conteúdo e especialista em SEO com quatro anos de experiência em marketing digital. Hoje, aplica essa bagagem no setor de tecnologia, com foco em assinaturas eletrônicas e digitais. Acredita que a inovação só faz sentido quando é acessível. Por isso, utiliza uma escrita clara e humanizada para transformar temas complexos em soluções práticas, ajudando você a resolver dúvidas e otimizar sua rotina.

SE TÁ COMBINADO,
TÁ NA D4SIGN.

Muito mais que assinatura eletrônica.
A paz em meio ao caos operacional de documentos.