Envio em lote: agilidade no envio de documentos para vários signatários
Ingrid Menezes
outubro 2, 2024
A paz no caos operacional de documentos.
RESUMO DO ARTIGO
Entenda como assinar documentos pela D4Sign e veja quais pontos de autenticação a plataforma oferece para tornar cada assinatura mais segura.
Como assinar documentos pela D4Sign é uma dúvida comum entre quem está conhecendo a plataforma, especialmente diante da variedade de pontos de autenticação disponíveis.
A autenticação digital é um dos pilares da assinatura eletrônica, responsável por confirmar que quem assina o documento é realmente quem diz ser.
Esse processo sustenta a validade jurídica de cada assinatura realizada na plataforma.
Neste conteúdo, você entenderá como assinar documentos pela D4Sign e conhecerá os diferentes pontos de autenticação disponíveis para tornar cada assinatura ainda mais segura.
A autenticação digital já faz parte da rotina de boa parte das pessoas, mesmo sem que percebam.
Ela acontece, por exemplo, ao desbloquear o celular com senha ou biometria, ou ao usar o reconhecimento facial para liberar a catraca de um prédio.
Resumidamente, podemos dizer que a autenticação digital é um conjunto de tecnologias que tem como objetivo verificar a identidade de um usuário na formalização de processos de manifestação de vontade.
Em outras palavras, é a forma de certificar que a pessoa é realmente quem ela diz ser.
Na prática, essa verificação costuma se apoiar em três frentes: algo que só a pessoa sabe, como uma senha, algo que só ela tem, como um documento oficial, e alguma característica própria dela, como um dado biométrico.
Quanto mais desses elementos um método reúne, maior tende a ser o seu nível de segurança.
Quando falamos sobre as assinaturas eletrônicas, a autenticação digital funciona de forma parecida: confirma a identidade da pessoa por trás da assinatura, sendo um dos pilares que sustentam a validade jurídica do documento assinado.
Os pontos de autenticação são os diferentes meios por onde essa confirmação acontece na prática, cada um com seu próprio nível de segurança.
Esse artigo detalha justamente essas frentes de verificação e como cada tipo de autenticação se aplica na prática: O que é e quais os tipos de autenticação digital?
A D4Sign reúne uma ampla diversidade de pontos de autenticação, o que permite a escolha da melhor forma de solicitar a assinatura de um documento, de acordo com o nível de segurança que cada situação exige.
Exige o uso de um certificado digital credenciado pela ICP-Brasil e é considerado o ponto de autenticação mais seguro.
O certificado é usado na própria assinatura digital, com criptografia de ponta a ponta, o que permite verificar a origem e a integridade do documento.
Antes de assinar, vale confirmar dois pontos: a extensão Web PKI é obrigatória para o navegador reconhecer o certificado, principalmente no modelo A3 e em algumas situações do A1, e está disponível para os principais navegadores e para Android e iPhone.
Além disso, quem envia o documento precisa configurar o certificado antes do envio, definindo o tipo de identificação (e-CPF ou e-CNPJ) e o tipo de assinatura (CAdES ou PAdES).
O certificado A1 é um arquivo com extensão .pfx, importado diretamente na plataforma.
O certificado A3 fica em um token físico, como um pendrive ou cartão, conectado ao computador no momento da assinatura.
Esse conteúdo aprofunda os requisitos completos para assinar com certificado digital e também mostra como funciona a assinatura com o BirdID: Assinar documento com certificado digital é mais seguro?
Na D4Sign, a autenticação por selfie combina a selfie e a foto de um documento de identificação, enviadas no momento da assinatura.
Quando há similaridade entre as imagens, a assinatura segue normalmente, e as fotos podem ficar disponíveis no documento final, junto da página de logs de assinatura.
Fomos pioneiros em trazer essa forma de autenticação para o mercado de assinatura eletrônica.
Entenda melhor os cuidados de segurança por trás desse tipo de verificação no conteúdo que detalha o assunto: Selfie com documento: é seguro assinar documentos com esta autenticação?
Na D4Sign, o vídeo-selfie é um ponto de autenticação em que o signatário grava um pequeno vídeo-selfie como prova de vida, arquivo que fica anexado ao documento assinado.
O vídeo-selfie é uma autenticação mais robusta e pode ser combinado com outras camadas de segurança, como o D4Sign Score.
Esse conteúdo explica em mais detalhes como o vídeo-selfie funciona como camada de segurança biométrica: Prova de vida: o uso do vídeo-selfie como liveness detection
Em 2021, fomos pioneiros ao integrar dados do Governo Federal ao processo de assinatura eletrônica.
Combina a selfie ou o vídeo-selfie do signatário com a foto da CNH registrada na base do DENATRAN, em parceria com o Gov.br, o que soma mais uma camada de confiabilidade ao processo de assinatura.
Quando o remetente ativa o D4Sign Score, o signatário passa pela autenticação normalmente, seguindo as instruções de foto selfie ou vídeo-selfie que aparecem na tela.
Sem uma CNH cadastrada ou sem similaridade suficiente entre as imagens, a validação não é aprovada e a assinatura não segue adiante.
Câmera travada ou tela em branco costumam indicar permissão de câmera bloqueada no navegador. Vale checar essa configuração antes de tentar novamente.
O D4Sign Score é um recurso adicional, contratado separadamente dentro da plataforma, com apoio do time comercial.
Conheça todos os detalhes dessa autenticação e quando ela costuma fazer a diferença: Conheça o D4Sign Score, autenticação feita a partir de dados do Governo Federal
Na D4Sign, a autenticação por Pix funciona como uma camada adicional de segurança para confirmar a identidade do signatário no momento da assinatura.
O signatário lê o QR Code exibido na tela e realiza uma transferência simbólica de R$ 0,01.
A assinatura só é liberada depois da confirmação do pagamento e da correspondência entre o CPF da conta usada e o CPF cadastrado para o signatário.
Para que a autenticação por Pix funcione corretamente, a conta bancária usada na transferência precisa estar vinculada ao mesmo CPF informado pelo remetente no cadastro do signatário.
Se o CPF não coincidir, a assinatura não é validada.
A D4Sign também foi pioneira em trazer essa forma de autenticação para o mercado de assinatura eletrônica.
Entenda como esse tipo de validação funciona no conteúdo detalhado sobre o assunto: Conheça a assinatura eletrônica com autenticação via Pix
O Token SMS é um código numérico de segurança enviado diretamente para o celular do signatário, que precisa inseri-lo na plataforma para liberar a assinatura.
Ao configurar o signatário, o remetente seleciona a opção “Exigir Token SMS” nos pontos de autenticação e informa o número de celular dele.
Também é possível definir, nas configurações do cofre, que o Token SMS seja o ponto de autenticação exigido.
Esse é um recurso adicional, contratado separadamente junto ao nosso time comercial.
Se o SMS não chegar, antes de tentar novamente, verifique se:
A autenticação por WhatsApp também funciona por meio de um token, um código numérico enviado diretamente para o WhatsApp do signatário.
Ao inserir esse código na tela da D4Sign, a assinatura é liberada.
Se o código não chegar, antes de tentar novamente, vale verificar:
Reiniciar o aparelho, limpar o cache do WhatsApp ou atualizar o aplicativo também costuma resolver.
Se a instabilidade continuar, o remetente pode reenviar o documento com outro ponto de autenticação, como Token SMS ou Código de Acesso, ou entrar em contato com o suporte da D4Sign para investigar o caso.
Esse artigo detalha tanto a assinatura quanto o envio de documentos pelo WhatsApp, incluindo outras funcionalidades do canal: Como assinar documento pelo WhatsApp: Guia prático
O Código de Acesso corresponde ao ponto de autenticação “Exigir Código”.
Nessa opção, o remetente define um código de segurança personalizado, como os três primeiros dígitos do CPF do signatário, e o próprio sistema envia esse código para o signatário diretamente no e-mail, com duração limitada.
Para acessar e concluir a assinatura, o signatário precisa informar esse código corretamente.
Se o código não for aceito ou houver falha na autenticação, o ideal é confirmar com quem enviou o documento quais foram os dados configurados.
Envolve o envio do número do documento para comparação. O sistema verifica bases de dados para confirmar a identidade do usuário.
Quando o remetente usa o recurso de pré-cadastro do signatário, o documento pode já chegar com as informações preenchidas, inclusive CPF e data de nascimento, o que agiliza a assinatura.
O signatário faz o upload de um documento oficial, como CPF, RG ou CNH, na plataforma.
O sistema verifica a correspondência das informações com a base de dados.
Essa autenticação envolve o preenchimento do e-mail combinado com uma senha.
Para reforçar a segurança, recomendamos uma senha forte, com no mínimo 6 caracteres e combinação de letras, números e símbolos.
O sistema mostra a força da senha em tempo real, para que você possa ajustá-la.
Quando o signatário já tem cadastro na D4Sign, a assinatura fica mais rápida, já que a validação acontece com a senha da própria conta, logo depois de abrir o link do documento.
O signatário preenche esse campo de forma obrigatória ao assinar. Costuma ser usado em conjunto com outros pontos, como SMS ou documentos oficiais.
Na D4Sign, a geolocalização é uma evidência de assinatura. Ela pode ser registrada quando o signatário permite o acesso à localização no navegador, e compõe a trilha de auditoria do documento junto com nome, CPF, data e hora da assinatura, IP e outros registros.
Na prática, a geolocalização indica de onde a assinatura foi realizada, fortalece a rastreabilidade do processo e ajuda a comprovar o contexto em que o documento foi assinado.
A D4Sign só registra essa informação se o signatário autorizar o compartilhamento da localização no navegador.
Se a permissão for negada, ou se o navegador bloquear a localização por padrão, a geolocalização simplesmente não é capturada.
Vale reforçar: a ausência da geolocalização não invalida a assinatura nem afeta a validade jurídica do documento. Ela é um dado complementar de segurança e auditoria.
O IP é um dado de evidência e rastreabilidade, captado automaticamente durante o processo de assinatura.
Ele faz parte da trilha de auditoria do documento, junto com informações como nome, CPF, data e hora da assinatura e, quando permitido, geolocalização.
Essa trilha comprova o contexto em que a assinatura foi realizada.
Na prática, o IP ajuda a D4Sign a registrar de qual ambiente a ação foi executada, fortalecer o histórico de auditoria do documento e apoiar a comprovação jurídica de todo o processo.
Vale reforçar: o IP não é uma senha ou um código que você digita para assinar. Ele é coletado automaticamente, como parte dos dados que reforçam a integridade e a rastreabilidade do documento.
Depois de conhecer todos esses pontos de autenticação, vale entender também o que considerar na hora de escolher a plataforma que vai sustentar toda essa segurança: Como escolher um serviço de assinatura digital confiável e seguro para contratos?
Com tantas opções de autenticação disponíveis, a dúvida é natural: qual escolher na hora de enviar um documento para assinatura?
Essa escolha depende do tipo de documento e do nível de segurança que ele exige.
As autenticações se dividem em três níveis: simples, avançada e qualificada (ou digital).
A simples, como login e senha ou e-mail, é indicada para acordos do dia a dia, com menor risco envolvido.
A avançada combina fatores como selfie, vídeo-selfie, Pix ou D4Sign Score, e é indicada para documentos digitais que pedem mais segurança na verificação de identidade.
Já a qualificada (digital), feita com certificado digital, é a mais segura e exige que o signatário já tenha um certificado, caso contrário, ele não consegue assinar.
Um registro de treinamento interno, por exemplo, pode ter uma assinatura simples, com e-mail.
Já os contratos de prestação de serviços podem exigir uma assinatura avançada, como Pix, WhatsApp, selfie ou vídeo-selfie.
Para contratos de transferência e registro de imóveis, a assinatura digital é exigida, com o uso de um certificado digital.
O mesmo costuma valer para documentos formalizados com órgãos públicos.
Para aprofundar essa escolha e ver exemplos práticos por tipo de contrato, vale a leitura de: Pontos de autenticação na assinatura eletrônica: qual escolher para cada tipo de contrato?
Depois disso, é só aguardar. Quando todos os signatários assinarem o documento, o remetente recebe uma notificação e pode conferir tudo na plataforma, clicando no documento e em “Visualizar Assinaturas”.
A assinatura digital e eletrônica reduz consideravelmente o risco de fraudes em documentos, em comparação com o processo em papel.
Quem envia ou recebe os documentos pode nem perceber, devido à facilidade do processo, mas existem diversos procedimentos por trás dessa tecnologia que sustentam a segurança e a autenticidade de cada assinatura.
Os documentos assinados na D4Sign são criptografados e contam com o código hash de segurança, um código único gerado a partir do conteúdo do arquivo, que funciona como uma espécie de impressão digital do documento.
Os documentos são armazenados na infraestrutura da AWS (Amazon Web Services), uma das maiores e mais robustas plataformas de computação em nuvem do mundo, com criptografia, e só podem ser acessados por pessoas autorizadas.
Se os especialistas da D4Sign identificam ações incomuns dentro das contas, eles recebem alertas, interrompem a ação e entram em contato com o cliente para confirmar se é ele mesmo quem está realizando a operação.
O armazenamento em nuvem também deixa os documentos mais organizados, evitando extravios, perdas ou danos, comuns em arquivos guardados em locais físicos, como pastas, gavetas e salas.
Vale lembrar que a assinatura eletrônica e digital tem validade jurídica, independentemente do ponto de autenticação escolhido.
Por fim, a D4Sign segue a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) em todo o tratamento das informações dos clientes e signatários, e conta com a certificação ISO 27001, referência internacional em segurança da informação.
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Produtora de conteúdo e especialista em SEO com quatro anos de experiência em marketing digital. Hoje, aplica essa bagagem no setor de tecnologia, com foco em assinaturas eletrônicas e digitais. Acredita que a inovação só faz sentido quando é acessível. Por isso, utiliza uma escrita clara e humanizada para transformar temas complexos em soluções práticas, ajudando você a resolver dúvidas e otimizar sua rotina.
Muito mais que assinatura eletrônica.
A paz em meio ao caos operacional de documentos.